Olá amigos
Já dividi com vocês o amor pelo meu futuro marido e o orgulho dos meus filhos.
Hoje quero contar para vocês de onde eu vim, quem me faz ser quem eu sou.
Minha mãe e meu pai separaram-se quando eu era muito criança e infelizmente o contato com meu pai se tornou escasso ao longo dos anos.
Minha mãe criou a mim e meu irmão com a ajuda da minha avó, Dona Thereza, a melhor mulher do mundo; com certeza Deus jogou a forma fora e precisou chamá-la para perto dele…um tesouro daqueles não poderia ficar longe muito tempo.
Minha avó foi minha base, minha primeira professora. Com ela aprendi meus valores, defini minha índole e montei meu caráter. Para minha tristeza, ela não vai estar fisicamente comigo no casamento, mas estará em mim sempre, enquanto eu viver. Não há o que possa apagar esse amor.
Minha mãe, Vitória, tem como característica seu nome: é uma vitoriosa, uma guerreira que foi a luta e fez dos seus filhos pessoas de bem, com esforço, com sacrifício, abrindo mão de tudo – às vezes até de si mesma.
Minha mãe é uma mulher que ama desesperadamente, que se doa inteiramente, que trabalha loucamente, que se dedica inteiramente. É uma leoa defendendo os filhos, os netos e quem mais ela colocar sob sua proteção. É uma mãezona, que não pode me ver quieta que se preocupa.
Minha mãe me ensinou a não desistir, a não ter medo de lutar, me ensiou que nada é demais para mim, nada está fora de alcance. Apesar de vir de família humilde, trabalhou e fez duas faculdades, batalhou empregos em áreas consideradas masculinas, apanhou da vida e não desistiu. É um exemplo de Mulher, de Mãe, de pessoa.
Meu irmão….Rafael.
Meu primeiro amor, meu maior amigo, a metade da minha alma que habita outro corpo. Meu caçula, meu meninão, meu príncipe.
Sou apaixonada pelo meu irmão. Brigamos feito cão e gato, nos amamos de forma incontestável e inconcebível: um amor desmedido, desprendido, incondicional.
É nele que eu penso quando estou feliz e quando estou triste.
É com ele que divido lágrimas e risos, é com ele que corro pela casa fugindo de beliscões, é ele que eu mordo e ele odeia.
Meu irmão é meu filho mais velho, é meu tesouro, é minha preocupação cotidiana. Ele é louco, é forte, é irresponsável, é tranquilo, é gente boa toda vida, é um safado, é uma bênção, é um encanto.
Eu não sei ser Janaína sem ter Rafael, sem ter Vitória.
São eles que me fazem ser quem eu sou, me dão direção, me mantém inteira.
Com vocês, meus amores:
Beijinhos!




Ótimas descrições de pessoas maravilhosas!!
Vivi e Rafa são priceless!
Jana,
Sempre quando falo dos meus pais me emociono também. São a referência da minha vida, me fazem ser o que eu sou hoje. Ouvi outro dia da querida Fê da Entreatto a frase: “O fruto nunca cai longe do pé…” quando falava sobre minha mãe e achei que essa frase muito significativa e perfeita para o seu post. =)
Em outras palavras, você é o reflexo de suas maravilhosas raízes! =)
Beijos no coração,
Val